Meditação: (Geral)
A meditação assemelha-se a uma caixa de ferramentas, na medida em que é composta por um conjunto diverso de técnicas e métodos que permitem expressar a consciência de estados interiores. Para o ocidental, a prática da meditação, não é um caminho de iluminação, mas sim a busca do equilíbrio ao nível das emoções, da saúde, do bem-estar e da mente. Formalmente, existem duas variantes: a variante passiva que é uma forma de contemplação interior praticada, na maioria das vezes, na posição sentada e a variante activa que é feita através de exercícios, andando, dançando ou a falar, a recitar ou cantar Mantras. O praticante de meditação sente os seus efeitos positivos ao nível do corpo, mente e alma.
Vários estudos determinaram que pensar demais pode danificar o nosso cérebro e matar as células cerebrais. Da mesma forma que o trabalho duro deixa marcas nas mãos, pensar muito deixa marcas no cérebro. Este funciona de forma muito parecida com o resto do nosso sistema biológico, ou seja, a forma normal de funcionamento é o descanso entre os períodos de esforço. A falta de descanso fará com que o excesso de estimulações reduza a sua função. A chave para reduzir a perda da função cerebral, com o passar da idade, é a habilidade de relaxar o cérebro – o que significa permitir que a mente pare e descanse. Praticando a meditação, vamos ao encontro da necessidade de relaxar e parar a actividade cerebral. O primeiro passo é tomar consciência dos nossos pensamentos. Depois, pode-se experimentar uma verdadeira surpresa. No momento em que nos tornamos cientes deles, começam a dissolver-se, permitindo “a paz que excede todo o entendimento e conduz o ser humano à sua natureza intrínseca.”
Aulas: 4ª das 19h às 20h
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